
Então eu a vi. Estava esculpida numa lápide no canto norte do cemitério. A pedra marca o destino do corpo de Grace Llewellen Smith. Não traz a data de nascimento, não traz a data de morte. Apenas os nomes de seus dois maridos, e este epitáfio:
"Dorme, mas não descansa,
Amou, mas não foi amada.
Tentou agradar, mas não agradou.
Morreu assim como viveu --- sozinha."
Palavras de futilidade.
Fitei o marco e pus-me a pensar a respeito de Grace Llewellen Smith. Pensei a respeito de sua vida. Pensei se ela havia escrito aquelas palavras... ou apenas vivido o que elas diziam. Pensei se ela mereceu a dor. Pensei se foi amarga ou derrotada. Pensei se foi feiosa. Pensei se foi linda. Pensei o porquê de algumas vidas serem tão frutíferas e outras tão inúteis.
Quando percebi, estava pensando em vós alta: "Senhora Smith, o que lhe quebrou o coração?"
Gotas de chuva manchavam a tinta enquanto eu copiava a palavras.
Amou, mas não foi amada...
Longas noites. Camas vazias. Silêncio. Nenhuma resposta a mensagens deixadas. Nenhum retorno as cartas escritas. Nenhum amor em troca de amor dado.
Tentou agradar, mas não agradou...
Eu podia ouvir a machadinha do desapontamento.
"Quantas vezes eu preciso lhe dizer?" Zaapeee...
"Você nunca será nada." Zaapeee...
"Por que não consegue fazer nada certo?" Zaapeee... Zaapeee.
Morreu como viveu --- sozinha.
Quantas Grace Llewellen Smith há? Quantas pessoas morrerão na solidão em que vivem? Os desabrigados de São Paulo. Os frequentadores de bares de Belo Horizonte. A mendiga de Porto Alegre. O pregador de Curitiba. Qualquer pessoa que duvide ser necessária ao mundo. Qualquer pessoa convencida de que ninguém realmente se importa.
Qualquer pessoa a quem tenha sido dada uma aliança, mas nunca um coração; uma crítica, mas nunca uma oportunidade; uma cama, mas nunca um descanso.
Essas são as vítimas da futilidade.
A menos que alguém intervenha, a menos que algo aconteça, o epitáfio de Grace Llewellen Smith será o delas.
Triste esta história não é mesmo? Talvez ao lê-la você por alguns instantes tenha se identificado com a sra. Grace Llewellen Smith. E quem sabe, até tenha afirmado em seu coração dizendo: "É exatamente assim que findará a minha vida."
Bem! Aí vai uma boa notícia...
Existe alguém disposto a mudar o rumo de sua história. Esse alguém que sempre esteve ao seu lado, ainda que não o tenha percebido, quer desesperadamente mudar sua história. Esse alguém é o Senhor Jesus.
Aí você se pergunta: "Onde Ele estava nos meus momentos de dores? Onde ele estava quando as minhas lágrimas, ainda quentes, rolavam em meu rosto?"
Ao seu lado.
Mas uma pergunta: "Em seus momentos de dores, e nas suas muitas lágrimas, a quem você gritava por socorro? Aos amigos, ao esposo, ao ácool, às drogas, aos deuses?"
Quantas vezes o Senhor Jesus quis te estender as mãos, mas foi ignorado.
Mas ele não desistiu de você, e está pronto, assim que você puder e quiser , a curar todas as tuas feridas, e sanar todas as tuas dores.
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. "Jesus de Nazaré" (Mt 11:28)
By: Fernando Ademar da Silva
Obs: Epitáfio.: breve elogio fúnebre; inscrição sepulcral.
"Dorme, mas não descansa,
Amou, mas não foi amada.
Tentou agradar, mas não agradou.
Morreu assim como viveu --- sozinha."
Palavras de futilidade.
Fitei o marco e pus-me a pensar a respeito de Grace Llewellen Smith. Pensei a respeito de sua vida. Pensei se ela havia escrito aquelas palavras... ou apenas vivido o que elas diziam. Pensei se ela mereceu a dor. Pensei se foi amarga ou derrotada. Pensei se foi feiosa. Pensei se foi linda. Pensei o porquê de algumas vidas serem tão frutíferas e outras tão inúteis.
Quando percebi, estava pensando em vós alta: "Senhora Smith, o que lhe quebrou o coração?"
Gotas de chuva manchavam a tinta enquanto eu copiava a palavras.
Amou, mas não foi amada...
Longas noites. Camas vazias. Silêncio. Nenhuma resposta a mensagens deixadas. Nenhum retorno as cartas escritas. Nenhum amor em troca de amor dado.
Tentou agradar, mas não agradou...
Eu podia ouvir a machadinha do desapontamento.
"Quantas vezes eu preciso lhe dizer?" Zaapeee...
"Você nunca será nada." Zaapeee...
"Por que não consegue fazer nada certo?" Zaapeee... Zaapeee.
Morreu como viveu --- sozinha.
Quantas Grace Llewellen Smith há? Quantas pessoas morrerão na solidão em que vivem? Os desabrigados de São Paulo. Os frequentadores de bares de Belo Horizonte. A mendiga de Porto Alegre. O pregador de Curitiba. Qualquer pessoa que duvide ser necessária ao mundo. Qualquer pessoa convencida de que ninguém realmente se importa.
Qualquer pessoa a quem tenha sido dada uma aliança, mas nunca um coração; uma crítica, mas nunca uma oportunidade; uma cama, mas nunca um descanso.
Essas são as vítimas da futilidade.
A menos que alguém intervenha, a menos que algo aconteça, o epitáfio de Grace Llewellen Smith será o delas.
Triste esta história não é mesmo? Talvez ao lê-la você por alguns instantes tenha se identificado com a sra. Grace Llewellen Smith. E quem sabe, até tenha afirmado em seu coração dizendo: "É exatamente assim que findará a minha vida."
Bem! Aí vai uma boa notícia...
Existe alguém disposto a mudar o rumo de sua história. Esse alguém que sempre esteve ao seu lado, ainda que não o tenha percebido, quer desesperadamente mudar sua história. Esse alguém é o Senhor Jesus.
Aí você se pergunta: "Onde Ele estava nos meus momentos de dores? Onde ele estava quando as minhas lágrimas, ainda quentes, rolavam em meu rosto?"
Ao seu lado.
Mas uma pergunta: "Em seus momentos de dores, e nas suas muitas lágrimas, a quem você gritava por socorro? Aos amigos, ao esposo, ao ácool, às drogas, aos deuses?"
Quantas vezes o Senhor Jesus quis te estender as mãos, mas foi ignorado.
Mas ele não desistiu de você, e está pronto, assim que você puder e quiser , a curar todas as tuas feridas, e sanar todas as tuas dores.
Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. "Jesus de Nazaré" (Mt 11:28)
By: Fernando Ademar da Silva
Obs: Epitáfio.: breve elogio fúnebre; inscrição sepulcral.
Me desculpe, mas este artigo é um plágio descarado. Ele é parte do livro "CAST OF CHARACTER" ou GENTE COMO A GENTE de Max Lucado. Este sim eu recomendo aos meus amigos.
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