Antes de tudo, gostaria de pedir perdão a todos vocês, meus leitores,
por minha ausência aqui no Blog. Mas, o Senhor, conhecedor de todas as coisas
sabe dos motivos pelos quais estive ausente.
Obrigado a todos que, na minha ausência rogaram a Deus por mim!
Deus os abençoe em nome de Jesus!
Deus os abençoe em nome de Jesus!
No capítulo 8 do Evangelho de João, o evangelista nos relata a
história de uma mulher apanhada no próprio ato de adultério e gostaria de
refletir um pouco sobre essa história.
O dia estava raiando, quando, a cidade ainda tomada pelo silêncio da
noite é acordada pelos gritos de uma multidão que reverberavam pelas ruas de
Jerusalém... As pessoas assustadas saiam à porta para verem o que estava
acontecendo e se deparavam com olhares furiosos e dedos esticados apontados
para alguém que estava sendo conduzido entre eles.
Adúltera!... Dizia alguém. Prostituta!... Gritavam outros. Alguém, que do alpendre de sua casa observava o que estava acontecendo, pode ver o rosto sofrido de uma linda mulher ser esbofeteado por aqueles que representavam a Deus.
Adúltera!... Dizia alguém. Prostituta!... Gritavam outros. Alguém, que do alpendre de sua casa observava o que estava acontecendo, pode ver o rosto sofrido de uma linda mulher ser esbofeteado por aqueles que representavam a Deus.
Aquelas pessoas, certas de estarem fazendo um serviço a Deus, tinham
por obrigação (lei de Moisés), eliminar todos aqueles que transgredissem essa
lei. Não interessa aos representantes dessa lei, quais os motivos que levaram
essa mulher a cometer tal ato, mas sim, manter o bom nome da religião.
Agora imaginemos o que passava pela mente daquela miserável pecadora.
Muito provavelmente, não a isentando da culpa de ter adulterado, o seu ato
poderia representar uma infinidade de coisas. Quem a acolheu em seus momentos
de solidão? Quem quis ouvi-la quando seu marido a desprezava como mulher?
Quantas vezes ela não passou noites em claro tentando entender o porquê de as
coisas não darem certas em sua vida.
E sem o direito de falar nada em sua defesa, estava ela sendo
conduzida para a morte. Quantas daquelas pessoas que a acusavam não foram suas
amigas de infância. E deles, nenhum olhar de misericórdia. A cada passo em
direção ao centro da cidade, ela podia ver passar em sua mente um filme da sua
vida. Fleches vinham em sua mente, e ela podia visualizar às vezes em que, na
procura de ser acolhida, entregou nos braços de seus amores.
Bem! Não tinha mais saída. A morte seria certa. Sua história estava
marcada pra ter um ponto final naquela fatídica manhã, isso se não fosse à
surpresa que a aguardava em uma das esquinas da vida.
Assentado em um dessas esquinas estava um homem, que sem se preocupar
com o barulho da multidão, escrevia algo no chão. Logo os acusadores daquela
mulher o reconheceram e sem reservas apresentaram a ele a história daquela
mulher com todos os seus detalhes. Enquanto eles falavam, ela mal podia erguer
a cabeça, pois a vergonha, o medo e a humilhação a haviam submergido em suas
águas turvas. Na verdade, ela não precisava de mais um acusador e muito menos de
um olhar que a reprovasse novamente.
De repente um silêncio toma conta da multidão. Ansiosos por um parecer
daquele homem, os acusadores se calam. Ela sem entender nada, esperando a qualquer
momento ser golpeada por uma pedra, resolve então erguer os olhos. E começando
a observar o que acontecia ao seu redor ela se depara com um olhar, algo que,
penetrou a sua alma. E pode sentir os seus segredos mais ocultos serem
revelados. Mas não era um olhar de acusação. Os dedos daquele homem ainda
estavam escrevendo algo no chão. Mas o que esperar, quando a morte é certa?
Então aquele homem se põe de pé, depois de ter ouvido todas as
acusações apresentadas pela multidão e com aquele mesmo olhar penetrante,
pergunta aos acusadores: Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. Com
essa pergunta, esse homem chamado Jesus, desnudou a alma daquelas pessoas lançou
lhes em rosto as suas mazelas espirituais e os seus pecados mais ocultos.
Alguns ainda que murmurando ficaram sem ação e aos poucos, pode-se
ouvir o barulho das pedras caindo ao chão, e um a um, desde o mais velho até o
mais novo, saíram sem ter o que fazer, e tremendamente envergonhados.
Quanto à mulher, ainda cabisbaixa, sentiu uma mão tocando o seu ombro.
Quando ela se endireita, ainda sendo ajuda a se levantar, Jesus a questiona:
Filha, onde estão os teus acusadores? Algum deles te condenou? Ela maneando a
cabeça diz que não... E o mestre prossegue: Nem eu te condeno. Vai e não peques
mais...
O que Jesus escrevia no chão naquela manhã era uma nova história para
a vida daquela mulher, os homens haviam colocado um ponto final, mas, o mestre
da vida estava apenas virando a página e escrevendo uma história de sucesso e
vitória para ela. E quanto à lei de Moisés? Jesus é a nossa lei, ou melhor, a
nossa Graça e Misericórdia.
Aqui estamos nós! Muitos que estão lendo essa mensagem se encontram
caídos e sem forças alguma para se levantarem. E não foi por falta de vontade,
mas, todas as vezes que tentaram se por de pé, lá estavam eles, os acusadores,
para lhes lançar em rosto os pecados outrora cometidos. O problema maior é que
esses acusadores estão na sua grande maioria assentados nas igrejas, trajando
um perfil de santidade, mas no fundo são sepulcros caiados, lindos por fora,
mas por dentro carregam toda sorte de imundícia. Dizem que amam a Deus, mas não
conseguem ter misericórdia pelos caídos. Dizem que são zelosos das doutrinas
congregacionais, mas, na verdade nunca conheceram a Deus.
Meu querido (a), não olhe para os homens. Deles não devemos esperar
nada... Olhe sim para Jesus, pois, no final de todas as coisas é Ele quem nos
dará a salvação. A sua história não acaba aqui, Jesus está escrevendo uma
página nova em sua vida e certamente Ele há de te levantar novamente. Creia,
Ele pode e quer fazer isso!
Que Deus te abençoe em nome de Jesus!

0 comentários:
Postar um comentário
Comente este artigo que acabou de ler.
E não esqueça de recomendar aos seus amigos.